Os objetos não guardam coisas. Eles guardam histórias.
Um espaço cultural onde o comum revela o extraordinário. Explorando memórias esquecidas através da arte.
O que parece
simples nunca
foi vazio.
No Museu do Cotidiano, cada item tem uma narrativa. Um bilhete desbotado, uma chave enferrujada ou um óculos desgastado pelo tempo. Nós resgatamos a grandeza do ordinário. As memórias invisíveis que conectam gerações inteiras sob o verniz do dia a dia.
Antônio Carlos
Um observador cirúrgico do tempo. Antônio dedicou sua vida a colecionar os vestígios da existência humana. Para ele, o descarte da sociedade é o tesouro da memória. É através do seu acervo inicial que as portas deste espaço se abriram para Belo Horizonte.
O Acervo
Uma seleção curatorial do efêmero eternizado.
Instrumentos
1984, BH
A Visão
1992, TVs de Tubo
A Devoção
1945, Relíquia
Os Ares
1978, Metálico
A Coleção
2025, Visão de exposiçãoMais do que objetos,
marcas do tempo.
Narra
tivas.
A história não é escrita apenas pelos grandes eventos monumentais, mas pelas pequenas marcas deixadas em nossas mesas, roupas e correspondências.
O Museu do Cotidiano convida você para além da exposição visual: uma imersão editorial nas histórias de quem habitou o que hoje é acervo.
Sua memória
também importa.
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